quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

STOP - MUDE!

Bleeding Out by Imagine Dragons on GroovesharkJá sabe né? É só dar o PLAY!


Esses dias eu assisti ao vídeo "Sua Linguagem corporal molda quem você é", um talk da Amy Cuddy para o TED (link aqui).

E uma frase que ela diz quase no fim do vídeo me marcou muito:



E eu poderia parar por aqui. Acho que só dessa frase já se pode concluir muita coisa. Mas eu comecei a pensar em como poderia aplicá-la na minha vida. Quais atitudes que eu tenho que não me agradam e, caso eu as mudasse, poderiam mudar meu comportamento e consequentemente meu destino.

Daí que concluí que sou péssima com prazos. Ou deixo tudo para a última hora ou perco o foco, o que acaba me atrasando. E decidi mudar isso. Ainda não sei muito bem como vai ser, afinal decidi isso ontem, mas VAI SER!

E comecei a pensar em coisas que poderiam me ajudar. Daí lembrei de uma ferramenta do coaching que me ajudou MUITO a manter o foco durante minhas pesquisas do TCC: a STOP.

Tim Gallwey, o pai do coaching, apelidou a STOP como a mãe das ferramentas. Ela é utilizada para fazer com que você tome consciência do seu comportamento e faça uma escolha racional, principalmente acerca daquilo que precisa ser feito.

A aplicação dela é feita em quatro passos básicos.



A ferramente consiste em, basicamente, parar o que se está fazendo, pensar no que se está fazendo, reorganizar (o pensamento, o meio, as atitudes) e finalmente proceder de forma mais racional.

Pra mim sempre foi uma forma de me reorganizar mental e espacialmente. No período do TCC eu sempre usava esse método para organizar meu espaço e minha mente.


Sempre que perdia o foco eu:
1º - Parava tudo o que eu estava fazendo
2º - Pensava no que era importante para continuar meu trabalho
3º - Me organizava (fechava facebook, sites, e-mail, desligava telefone)
4º - E continuava meu trabalho de forma mais planejada e racional, focando no que era essencial.

Sempre deu certo. MUITO certo, aliás! Mas esse era um STOP pequeno. Agora vou começar a aplicar de uma forma mais ampla, visando mudar meu comportamento de não entregar as coisas nos prazos. Assim, quem sabe, eu consigo mudar algumas coisas no meu destino.

Vamos ver no que vai dar...

E você, vai tentar parar e mudar?

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Inspire-se: Livros - Escolha sua vida

We Found Love (ft VenTribe) by Lindsey Stirling on GroovesharkAntes de qualquer coisa dê o PLAY! Eu escolho a música pensando em você!


Hoje eu decidi escrever sobre mais uma coisa que me inspira: livros!

Desde os de ficção até romances e de auto-ajuda. Gosto de todos e sempre tento tirar alguma coisa de proveito das histórias, por mais absurdas que possam ser.

Há um tempinho atrás eu comprei um livro e finalmente, nesse fim de semana, ele chegou!

Qual é o livro? Esse aqui:



Se tratando de livros com histórias reais eu prefiro aqueles que me fazem entrar na vida da pessoa e sentir mais ou menos o que ela sentiu. Que fazem com que eu queira vivenciar as mesmas coisas que o sujeito vivenciou e que, através da vivência desse sujeito, eu possa tirar lições para a minha própria vida.

Bom, esse livro traz tudo isso e um pouco mais. Além da história da autora, a Paula Abreu, que por si só já é uma baita lição de vida, o livro ainda traz exercícios para que você comece a viver a sua própria vida com ferramentas super práticas e que só exigem um lápis e um pouco de reflexão.

Não é mágica, não é receita de bolo, mas sim a primeira plaquinha indicando os milhares de caminhos que se pode seguir. Por isso esse livro é ótimo, principalmente, pra quem está perdido.



Tá, mas como esse livro pode me ajudar?


Simples, se você tem aquela vozinha dentro de você que vive dizendo que alguma coisa não vai bem, acho que nesse livro você pode descobrir o que é que te incomoda.

Nele você pode descobrir, dentre outras coisas, quem é você, quais seus valores, propósito de vida e quais as pedras que você pode encontrar no caminho.

Como eu disse anteriormente, não é mágica. Não é como a lâmpada mágica do Aladin, que você esfrega sai um gênio e muda sua vida.

Para que toda mudança ocorra é necessário ação. A Paula oferece as ferramentas, mas se você não se dedicar o resultado não vem.

Se você procura se conhecer um pouquinho mais e saber do que você é capaz acho que esse livro é fantástico! Vale MUITO a pena dar uma conferidinha...

E não me venha com a desculpa que não sabe aonde achar. Eu comprei o meu baratinho pela internet e em menos de duas semana estava em casa.

Então eu te desafio a comprar o livro e ver a mágica que só as suas ações podem fazer. O seu maior sabotador é você mesmo, então vai e faz! Respire fundo e dê o primeiro passo, afinal:



quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Respondendo perguntas - Tudo o que você queria saber sobre o coaching

Fidelity (Album Version) by Regina Spector on GroovesharkAntes de qualquer coisa: dê o PLAY!

Sempre que eu digo que quero ser coaching as pessoas me perguntam várias coisas a respeito. Desde se isso "dá dinheiro" até qual a diferença entre o coaching e a psicologia.


Eu sempre tentei responder essas duas perguntas pautada em coisas que eu li e aprendi, mas sempre surgem várias outras perguntas. Assim, eu resolvi juntar algumas delas aqui e respondê-las.

Para isso eu pedi ajuda de dois coaches super queridos: a Carolina Nalon e o Felipe Nastari.



Eles se prontificaram a responder algumas das questões mais frequentes que podem surgir para quem ainda está conhecendo o coaching ou para quem já ouviu falar, mas ainda não sabe bem o que é.

Se, de repente, surgir qualquer outra pergunta é só enviar ali no menu "Me conte a sua história ou deixe sua pergunta". Ficarei super feliz em responder.

Espero que gostem! Vamos lá?


1. Os benefícios para um coachee são inúmeros e são extremamente fáceis de serem numerados e listados, mas quais são as vantagens de ser um coache?

CAROLINA - Para ser coach é importante que você tenha três valores principais: uma vontade enorme de ajudar os outros, uma vontade pessoal de crescer como ser humano e espiritualmente, e ter um interesse sincero pelas pessoas e seus sonhos. Eu tenho muito forte todos esses três em mim e foi unicamente através do coaching que pude satisfazer todos esses valores em uma só profissão. Eu tenho um carinho enorme pelas pessoas que cruzam o meu caminho e o caminho da minha empresa. E não tem dinheiro que pague a satisfação que um cliente tem com o seu trabalho.

FELIPE - Acredito que depende de cada um. Para mim, as vantagens são liberdade de poder montar minha própria agenda, possibilidade de contribuir positivamente com o desenvolvimento de vida das pessoas, utilizar minhas forças e talentos na potencialidade máxima, lidar com pessoas, reconhecimento e realização profissional, autoconhecimento, performance em meus negócios, clareza e assertividade nos planejamentos e plano de ação.



2. Quais são as principais dificuldades pelas quais um coach passa?

CAROLINA - No início a principal dificuldade é aprender a empreender. Não basta ser um bom coach, para ser coach no Brasil é importante ser um bom empreendedor e não são muitas pessoas que estão dispostas a passar pelos desafios do empreendedorismo.

FELIPE - Ao se tornar um Coach, você automaticamente se torna um empreendedor, e isso é um desafio e tanto. Agora é você quem corre atrás dos clientes, e o seu sucesso depende única e exclusivamente de você. Diferentemente de se trabalhar em uma empresa, onde você consegue, de certa forma, se esconder e se manter em sua zona de conforto, ao se tornar um Coach você passa a ter inúmeros desafios em sua vida. Estratégias empresariais, marketing pessoal, finanças, negócios, divulgação, vendas, relacionamento interpessoal, persuasão, etc., são itens indispensáveis de aprender para ser um Coach de sucesso.



3. Quais são as diferenças entre o trabalho de um coache e o trabalho e um psicólogo?

CAROLINA - A resposta default é: o coaching é um processo mais pragmático, com início, meio e fim e foco no futuro para que você conquiste um objetivo específico.
Agora, eu não gosto muito de definir o que é terapia. Não sou terapeuta por isso não acredito que tenho propriedade de encaixar a terapia em uma definição só. Existem muitos tipos diferentes de terapia e cada uma tem sua própria definição, princípio, etc. Existem terapias que estão mais próximas da proposta do coaching, por exemplo, terapia cognitiva e psicologia positiva. As que experimentei até hoje foram: bioenergética e a terapia tântrica. Gostei muito de ambas, que me serviram para visualizar coisas da minha vida que o coaching não me faria visualizar. Eu me interesso por tudo que tem a ver com autoconhecimento e acho que esse deveria ser um dos principais investimentos que as pessoas fazem nelas mesmas. Também acredito que para cada pessoa existe uma abordagem que funciona mais, comigo é o coaching.

FELIPE - Um Coach trabalha com um foco no futuro, leva o cliente do estado atual ao estado desejado em um curto período de tempo, utilizando ferramentas específicas muito mais voltadas ao autoconhecimento, clareza, especificação de objetivos e plano de ação. Além disso, o trabalho de um Coach tem uma estrutura pré-definida, um começo, meio e fim. Já o psicólogo tenta entender o passado do cliente para ressignificar e elaborar experiências passadas, de modo que ele possa ter uma vida melhor hoje, e esse processo pode durar anos.



4. Quando o coachee tem algum problema passado que impede que ele tenha conquistas futuras (e isso acontece de monte), quem trata disso, o coache ou o psicólogo? Ou os dois juntos?

CAROLINA - Acredito que depende muito do escopo do problema. O psicólogo trata desses bloqueios de uma forma muito mais profunda. No meu caso, minha especialidade é coaching de carreira. Se o cliente teve um fracasso profissional no passado eu me sinto habilitada para trabalhar esse bloqueio dele. No entanto, muitas vezes os bloqueios são causados por experiências familiares, nesse caso eu indicaria um psicólogo ou um coach relacional.

FELIPE - Se realmente o impede de ir adiante, trabalhar antes com um psicólogo é altamente recomendável, senão o processo de Coaching não terá nenhum resultado e sucesso, e o fracasso do cliente, é o fracasso do Coach, então existem casos que o Coach deve ser claro e encerrar um processo de Coaching caso o cliente não esteja aproveitando o processo.



5. Em algumas profissões a conexão que se estabelece entre ambas as partes (contratante e contratado) faz com que laços sejam criados e os resultados comemorados. Com o coach é a mesma coisa? Ele também sofre com as derrotas dos coachees e vibra com as suas vitórias? Como é possível manter o equilíbrio emocional nesse trabalho?

CAROLINA - Hahahaha Sim! Eu penso MUITO nos meus clientes. Todos os domingos à noite eu penso: “o que vai acontecer com eles essa semana? Quais são as tarefas que eles vão ter que fazer?”. Eu não acredito em derrotas, acredito em aprendizados por isso não sofro com nenhum dos resultados dos meus clientes, mas certamente comemoro quando vejo eles tendo atitudes corajosas e congruentes com quem eles são/querem ser de verdade.
Meus clientes nunca me desiquilibraram emocionalmente. Pelo contrário, tem dias que estou super cansada antes da sessão e logo depois de atender alguém me sinto reenergizada novamente. Doar-se para alguém é algo extremamente energizante e gratificante. Se você sofre por causa dos resultados dos seus clientes acho que você tem que resignificar o que um cliente representa para você. O papel do coach não é salvar a vida de ninguém, se o cliente não faz o que ele se propõe a fazer talvez ele não esteja preparado para passar por um processo de coaching naquele momento.

FELIPE - Com certeza, Coaching é igual à performance, resultados, conquistas, melhorias na vida, etc., então com certeza cada vitória é comemorada. Eu não diria que um Coach sofre com as derrotas de um Coachee, pois um dos pilares é a Melhoria Contínua. Não nos deixamos abater, extraindo os aprendizados de cada experiência mal sucedida do cliente. Quando ele aprende algo com aquilo, definitivamente, não houve fracasso algum. Um Coach é orientado para o sucesso, superação e conquistas. Não só isso, um Coach sabe muito bem o potencial que existe ali dentro de cada cliente, e cabe ao Coach extrair o melhor de cada um. Então se você está bem preparado e consegue fazer isso, não tem porque de abater emocionalmente, você sabe que o resultado é uma questão de tempo.



6. E isso leva a outra pergunta: O quão bem o coache deve conhecer o coachee? Como o coache descobre as limitações, medos e vontades do coachee?(O que foi apontado é que tudo isso não fica no superficial da pessoa. O que ela acha que quer e acha que consegue ou não consegue está mais relacionado às limitações próprias que nem sempre são evidentes, então como o coache lida com isso?)

CAROLINA - Acho que quanto mais você conhece seu coachee melhor, no entanto, o papel do coach é fazer com que o coachee se conheça, muitas vezes (na maioria) nem ele mesmo sabe o que é ou o que quer! Então não dá para ter essa expectativa do “conte-me quem você é para eu poder te ajudar” a ajuda é exatamente ajuda-lo a descobrir quem ele é.

FELIPE - Precisamos conhecer apenas o objetivo do cliente, a princípio. Ao especificar o objetivo existem outras ferramentas onde iremos descobrir seus medos e limitações. Faz parte do processo encontrar recursos que o levem a sua conquista, seja esse recurso dinheiro, tempo, conhecimento, controle emocional, pessoas, etc., e a partir dai definimos o que o coachee vai fazer para entrar em contato com o recurso necessário, dando os primeiros passos em direção ao seu objetivo. Pode ser que no meio do processo o cliente identifique que precisa fazer um curso (de oratória, por exemplo, para lidar com o medo de falar em público), então é uma tarefa do cliente. Não cabe ao Coach entender quando este trauma surgiu, o porquê da pessoa ter medo, se ela foi rejeitada na infância, etc.
O que o cliente ACHA ou não são, na maioria das vezes, crenças. Estas crenças podem ser limitantes ou possibilitadoras, e se forem limitantes existem ferramentas específicas para lidar com elas. Não existe nada que outro ser humano já conseguiu que qualquer outra pessoa não consiga, então se o cliente ainda não adquiriu o conhecimento e habilidade necessária para conquistar algo, vamos descobrir o que é isto e como chegar lá da forma mais rápida e assertiva possível.


Agradecimentos:

Eu gostaria de super gradecer à Carol e ao Felipe pela grande ajuda e colaboração e por sempre doarem um pouquinho do escasso tempo que eles tem para falar comigo.

E gostaria de agradecer também ao meu queridíssimo amigo Plínio por ter me enchido de perguntas e colaborado para meu crescimento.

E também quero agradecer à todos aqueles que tem acompanhado o blog. Muito obrigada galera! Se tudo der certo logo menos terei notícias fantásticas para todos vocês...

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Esqueçam a SWAT: a SWOT chegou!

Day One by Explosions in the Sky on GroovesharkAntes de qualquer coisa: dê o PLAY!



SWAT? O que isso tem a ver com o assunto do blog?
Bom, pra quem não sabe, SWAT é a sigla para Special Weapons And Tactics (armas e táticas especiais).

Tá, mas e daí?

E daí que hoje eu vos apresento uma tática super especial que é também uma arma contra ciladas: a análise SWOT!

Ok, a piada foi péssima, mas eu prometo que a ferramenta é boa!



A análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats) ou FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) é uma ferramenta muito utilizada na gestão de negócios.

Apesar dessa técnica ser creditada à Albert Humphrey, não há precisão quanto à origem dessa ferramenta, mas há mais de dois mil anos Sun Tzu já dava seus grandes conselhos:

"Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças"
(SUN TZU, 500 a.C.)


Mas como a análise SWOT funciona?


A análise SWOT geralmente é utilizada em um momento onde uma decisão importante está envolvida. É uma matriz que funciona para realizar um levantamento de todas as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças com a finalidade de avaliar alguma coisa (pode ser a empresa em si, um projeto, uma parceria etc). Com isso é possível planejar e desenvolver sua estratégia empresarial, tornando tudo mais visível e organizado.

Como isso se aplica ao coaching?


Da mesma forma que se aplica nas empresas, mas agora o foco está em VOCÊ!

Com a análise SWOT é possível perceber em quais pontos você deve focar e quais pontos precisam ser trabalhados para que você não se "auto-sabote".

Uma das outras finalidades da utilização dessa ferramenta é a comparação de dois cenários diferentes. No caso do coaching esses cenários são "o agora" e "o futuro".

Como eu faço uma análise SWOT?


Vamos lá! Você vai precisar de lápis, papel e tesoura sem ponta (brincadeira). Você só precisa desenhar ou imprimir esse quadro aqui e depois preencher. Para facilitar preencha primeiro forças e oportunidades e depois fraquezas e ameaças.



Então vamos lá, o que colocar em cada campo:

- Forças: são todos os seus pontos positivos.
  • o que você faz bem?
  • quais as suas maiores forças?
  • quais as suas qualidades?
  • quais os recursos que você tem?
  • quais as realizações das quais você mais se orgulha?

- Fraquezas: são todos os seus pontos negativos.
  • quais conhecimentos que lhe faltam?
  • qual habilidade que você precisa desenvolver?
  • o que você precisa desenvolver para aproveitar ao máximo as suas oportunidades?
  • quais atividades você procura evitar por não se sentir confiante o bastante para desenvolvê-las?
- Ameaças: são ameaças externas que podem fazem com que você não consiga atingir seu objetivo. São fatores que você não pode controlar, mas eles estão presentes e devem ser levados em consideração.

Também é legal listar aqui quais obstáculos você pode encontrar.

Oportunidades: geralmente são fatores externos que podem te ajudar na realização dos seus objetivos.
  • como você pode utilizar as suas forças?
  • há alguém que poderia contribuir para essa realização?
  • que oportunidades existem para você aplicar as suas forças?
  • quais problemas do mundo ou das pessoas você poderia ajudar a solucionar?
E aí eu deixo as seguintes perguntas:

  • Agora que você já sabe suas foças e suas oportunidades, o que você vai fazer com elas? Onde você vai aplicá-las de forma a ajudar as outras pessoas e de forma a alcançar seus objetivos?
  • Você também já sabe quais são suas fraquezas e o que ameaça seus planos. O que você vai fazer a respeito? Como você vai desenvolver esses pontos fracos de forma a reduzir o que te ameaça?

Mas, veja bem, não adianta apenas fazer um quadro bonitinho, aprender os conceitos, entender para que serve e não aplicar a nada. O fundamental é utilizar a análise SWOT sempre que você for traçar novos objetivos e se comprometer a aplicar tudo o que você colocou nela todos os dias.

E é isso o que eu acho mais legal na análise SWOT: ela oferece um rumo. Observando tudo o que você coloca no papel é possível traçar um plano de ação mais eficaz.

Espero que vocês tenham gostado e que ela seja tão eficaz para vocês como tem sido para mim.



- Referências:





quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Perder é ruim?

Hometown Glory by Adele on GroovesharkAntes de qualquer coisa: dê o play!

Michelangelo disse uma vez que o melhor jeito de julgar os elementos essenciais de uma estátua é jogá-la de um morro e as peças que não forem importantes vão se quebrar. As vezes a vida é assim, ela nos joga morro abaixo, mas quando atingimos o fim e só restam as coisas mais importantes é quando nossa visão clareia. É quando nos agarramos ao que conhecemos, enquanto a esperança se mexe dentro de nós.
- One Tree Hill



Antes de qualquer coisa eu tenho uma pergunta sobre a qual eu gostaria que você refletisse:

Você já perdeu alguma vez na vida? Pode ter sido alguém, alguma coisa, um emprego, a hora...

Mas você já perdeu alguma coisa que realmente fez falta?

Obviamente você vai responder que sim. Todos nós já perdermos algo de extremo valor algum dia.

Mas o que eu quero realmente é que você feche os olhos e pense nessa perda, pense em como você se sentiu. Onde isso doeu e onde ainda dói eventualmente. Como você se sente a respeito desse sentimento que surge? Como você lida com a perda?

Infelizmente nós somos moldados a não aceitar a perda. A não sentir todas as faces desse sentimento. Somos ensinados a ganhar sob qualquer custo ou então a ignorar o sentimento que surge quando perdemos.

Quem nunca ouviu da mãe: "Pára de chorar menino!"?
Quem nunca ouviu dos amigos: "Não sofre não, ele(a) é que não merecia você!"?

É de fato muito mais fácil passar esse cálice, enxugar as lágrimas e continuar vivendo uma felicidade mascarada de quem nunca perdeu nada. Mas, pense bem, isso é bom?

Eu gosto muito do texto do começo desse post. Principalmente da parte que diz que é exatamente nesses momentos de perda que nossa visão clareia. São nesses momentos que a gente deve buscar significados dentro de nós.

Perder alguma coisa, e poder entender o porque a falta daquilo nos faz sofrer, diz muito sobre o que nós somos e sobre como encaramos a vida. Na minha opinião, perder está estreitamente relacionado à adquirir novos sentidos sobre nós mesmos. É uma clara chance de nos ressignificarmos e adquirir novas experiências.

Mas se continuarmos a viver como se fosse errado perder, como se fosse errado sentir o peso da perda, vamos acabar vivendo de forma menos profunda, menos intensa. Faz parte do jogo não ganhar sempre.

Então não tenha medo de perder! Isso também faz parte do "bolo da vida". Apesar de não ter exatamente o gosto que você gostaria que tivesse, vai lá! Degusta esse pedaço de bolo até a última migalha!

Nós não vamos ganhar sempre, isso é impossível. Então aproveite esse momento e use ele a seu favor! Dê-se a liberdade de sofrer pelo que é sofrível e se reconstrua rumo a uma felicidade mais completa, verdadeira e intensa.